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Frutiferas

 

A poda das frutíferas

carambola
Com o Inverno chegando o cultivador de frutíferas já sabe que está chegando a hora correta para a poda de suas árvores. Começa então a amolar as ferramentas, limpar as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, engraxar a mola da tesoura e afiar o serrote.Todo ano é a mesma coisa. Mas porque fazer? Por que deixar esse ao aquele ramo? Qual o verdadeiro objetivo da poda? Devo ou não devo cortar?
Essas são as perguntas que mais frequentes desde um simples possuidor de uma fruteira de fundo de quintal até um grande fruticultor. Mas quais são as finalidades da poda, que dela depende em grande parte a explosão da vida na Primavera que virá a seguir, a fartura e a qualidade da colheita de qualquer pomar?.
Embora seja praticada para dirigir a planta, como no campo da estética em algumas árvores, arbustos e jardins ornamentais, em fruticultura, ela é utilizada para regularizar a produção e melhorar a qualidade dos frutos.
A poda em fruticultura que, juntamente com outras atividades não menos importantes, torna o pomar muito mais produtivo. ´la é tida para alguns, como uma espécie de bisavó da enxertia e da hibridização. Ela se tornou imprescindível no manejo de pomares frutíferos, principalmente.
Existem diversos conceitos para o termo poda dentre os quais:
- É o conjunto de cortes executados numa árvore, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal;
- É a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista;
- É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas frutíferas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a frutificação.
- É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do fruticultor.
A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:
- Decisiva: Videira, pessegueiro, figueira.
- Relativa: Pereira, macieira, caquizeiro.
- Pouca importância: Citros, abacateiro, mangueira.
O podador, deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.
Toda a importância da arte de usar a tesoura, não está em simplesmente cortar esse ou aquele ramo, dessa ou com aquela espécie. Cada fruteira tem o seu hábito específico de frutificação, tendo conseqüentemente, exigência muito diversa quanto à poda. E quanto a isso, devemos então entender o básico de como funciona a planta frutífera, para adaptarmos a cada espécie que pretendemos podar. Com citamos anteriormente, o podador assemelha-se a um cirurgião, e como tal, não opera sem entender como funciona o organismo que ele está lidando.
Fundamentos e princípios da poda
A poda não é uma ação unilateral. Ela ensina quem faz. Mas, para isso, é preciso respeitar seu ritmo, entender e conhecer sua fisiologia, saber qual é o momento certo da intervenção. A poda baseia-se em princípios de fisiologia vegetal, princípios fundamentais que regem a vida das fruteiras. Um desses princípios mais importantes é a relação inversa que existe entre o vigor e a produtividade. O excesso de vegetação reduz a quantidade de frutos, e o excesso de frutos é prejudicial a qualidade da colheita. Assim, conseguimos entender que a poda, visa justamente estabelecer um equilíbrio entre esses extremos. Mas deve ser efetuada com extremo cuidado. Se efetuada no momento impróprio, ou de forma incorreta, a poda pode gerar uma explosão vegetativa enorme, causando um problema ainda maior para o agricultor.
Seiva
As raízes das fruteiras extraem do solo a água, contendo em solução, os sais nutritivos que alimentarão a planta. Essa solução constitui a Seiva bruta, que sobe pelos vasos condutores localizados no interior do tronco e se dirige até as folhas. Nestas e em presença de luz e perdendo água por transpiração, a seiva bruta passa por diversas transformações, tornando-se Seiva elaborada.
A seiva sempre flui para as partes mais altas e mais iluminadas da árvore, razão pela qual os galhos mais vigorosos são aqueles que conseguem se posicionar melhor na copa e têm uma estrutura mais retilínea, o que favorece sua circulação. É por isso também que, o crescimento da planta tende sempre a se concentrar nos ponteiros dos ramos, o que se denomina de Dominância Apical. Quando eliminada, através da poda, ocorre uma melhor redistribuição da seiva, favorecendo a brotação lateral da gemas.
A circulação rápida da seiva tende a favorecer desenvolvimento vegetativo, enquanto que a lenta, o desenvolvimento de ramos frutíferos e essa circulação é em função da estrutura da planta. Quanto mais retilínea, mais rápida a seiva circulará.
Gemas
Outro aspecto importante é sobre a formação das gemas. Em geral, são formadas com a mesma estrutura. O que vai torná-las vegetativas ou frutíferas é o vigor do seu desenvolvimento, decorrente da quantidade de seiva que recebem. Nos primeiros anos de vida, as jovens fruteiras gastam toda a seiva elaborada no seu próprio crescimento. Depois que a planta atingiu um tronco forte, copa expandida e raízes amplas, começa a aparecer sobras de seiva elaborada, que são armazenadas na planta As reservas de seiva elaborada quando atingem uma suficiente quantidade, tem começo a frutificação.
As reservas de seiva elaborada são invertidas ou gastas na transformação das gemas vegetativas em gemas frutíferas, futuras flores e frutos. Essa quantidade excedente de seiva acumulada é conseguida diminuindo a intensidade de circulação de seiva, o que ocorre no período após a maturação das frutas, com uma correspondente maturação de ramos e folhas.
Em princípio, gemas mais vigorosas e mais pontiagudas irão se transformar em ramos vegetativos. As floríferas, têm uma forma mais arredondada e devem ser preservadas.
As gemas localizadas na parte superior dos ramos, brotam antecipadamente e com maior vigor que as laterais, prolongando o ramo devido sua abertura lateral ser bem menor.
Baseado nesta lógica, pode-se dizer que ramos verticais tendem a serem mais vegetativos, e os inclinados, por onde a seiva circula de forma mais lenta, possuem maior potencial frutífero.
Equilíbrio Vegetativo-Produtivo
A folha é o laboratório da planta, sua fábrica de energia. Por isso é necessário estabelecer uma relação de equilíbrio entre o número de frutos e o de folhas. Um excesso de frutos frente ao total de folhas conduz à uma produção qualitativamente inferior, bem como depauperamento da árvore. Existe uma relação correta para os dois. Um exemplo seria o pessegueiro. Essa relação é de 1 por 40, ou seja, para cada fruto, 40 folhas.
Desse modo, uma planta de pessegueiro adulta, perde através da poda 60% de seus ramos e 70% de seus frutos, que devem respeitar uma distância média de 10 a 12 cm entre frutos. Podada, de maneira ideal, o pessegueiro permanecerá com cerca de 1.000 frutos e 30.000 a 40.000 folhas.
Frutificação
A frutificação é também, uma conseqüência do acúmulo de carboidratos. Na relação C/N, quando o C é maior do que o N, há boa produção de frutos e massa verde. Quando a produção de ramos vegetativos é muito grande, é alto o N e baixa a produção de gemas floríferas.
Cada fruteira, entretanto, possui um hábito de frutificação específico, tendo assim, exigências diversas quanto à poda.
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Nome Científico: Ficus carica
Nomes Populares: Figo, Figueira-comum, Figueira-da-Europa, Figueira-do-reino
Família: Moraceae
Ciclo de Vida: Perene
A figueira é uma árvore frutífera originária do Oriente Médio. De porte pequeno a médio, as figueiras crescem de 6 a 10 m de altura, mas geralmente não ultrapassam os 8 m. A planta é bem ramificada, com ramos frágeis e seiva leitosa. As folhas são verdes e caducas no inverno. As flores da figueira não são visíveis, pois se encontram dentro do figo, que é uma infrutescência e não uma fruta.
A grande maioria das variedades cultivadas no Brasil não necessita de polinização, assim como de plantas macho, para produzir os figos comestíveis. Os figos podem ser verdes, pretos, roxos, amarelos, vermelhos, marrons e esbranquiçados, de acordo com a variedade.
A figueira não é uma árvore difícil de ser cultivada em pomares domésticos. Além dos frutos (que podem ser consumidos maduros, in natura, ou mesmo verdes, em preparos de diversos doces), a figueira adulta provê uma agradável sombra, gostosa de curtir em chácaras, amplos jardins e parques. Assim como outras árvores do gênero Ficus, a figueira-comum possui raízes agressivas nos exemplares adultos. Por isto não é indicado seu plantio próximo à construções, tubulações enterradas e áreas pavimentadas.
A poda é parte importante da manutenção e formação da figueira. A poda de formação inicia-se já no primeiro ano após o plantio, assim que a planta atinge 50 cm de altura. Os despontes sucessivos a cada ano preparam a copa da árvore para que sejam baixas, arejada e bem distribuída. Para uma boa produção e facilitar a colheita, além de prevenir a planta de uma série de doenças e pragas, recomenda-se também a poda anual da planta adulta. Esta poda é drástica e visa eliminar os ramos que produziram no ultimo ano, além de ramos secos, fracos e doentes.
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A poda anual deve ser realizada no final do Inverno, antes da planta emitir suas brotações. O aspecto final da planta podada deve ser sem folhas. Após as podas, é importante utilizar uma pasta cicatrizante ou pasta bordalesa sobre os ferimentos.
A figueira deve ser cultivada sob sol pleno, em solos bem drenados, profundos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados no pós-plantio e períodos de estiagem. Ela é capaz de crescer bem em solos pobres e tolera a seca, porém com menor produção de frutos. Aprecia clima mediterrâneo e subtropical, mas tem excelente adaptação climática, podendo ser cultivada de norte a sul do Brasil. É interessante que passe por um período de dormência anual, seja por Inverno frio ou seco. A irrigação constante em climas quentes inibe a dormência, o que diminui a produtividade da planta. Não tolera geadas, mas rebrota na Primavera. Deve ser adubada anualmente e uma cobertura verde ou morta sobre o solo são importantes para evitar doenças e estimular a produção.
A multiplicação é feita por alporquia e estaquia dos ramos. A época ideal para obtenção das estacas é no final do Inverno por ocasião da poda.
Atenção, pois a figueira possui látex que pode provocar graves queimaduras na pele. Ao manusear frutos, ramos ou folhas, principalmente durante as podas ou colheita deve-se utilizar equipamento de proteção, como luvas e mangas longas.
Os frutos verdes devem ser cozidos antes do consumo. Os frutos maduros podem ser consumidos in natura, desprezando-se as partes verdes.
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Grumixama – (Eugenia brasilienses)
A Grumixana pertence ao gênero “Eugênia”, onde também encontram-se outras famosas espécies, tais como a Eugenia uniflora (a pitanga), Eugenia sprengelli (ou simplesmente arbusto Eugênia), cabeludinha, uvaia, pitomba, jambolão, cagaita e o goiabão.
É uma árvore brasileira da floresta pluvial da Mata Atlântica, Árvore de até 15 m de altura, nativa das matas primárias desde a Bahia até Santa Catarina, em matas aluviais e encostas suaves, é hoje rara.
Embora não apresente raízes agressivas, esta planta não costuma ser muito utilizada na arborização urbana por não apresentar flores muito grandes e seus frutos atraírem aves que causam muita sujeira, por outro lado, é uma ótima opção para quem tem um quintal grande e pretende fazer um pomar de várias árvores frutíferas.
Esta planta é originalmente encontrada em todo Brasil, tanto na área tropical quanto na subtropical, assim sendo, tornou-se uma planta bastante resistente à variação climática, suportando tanto o sol a pino quanto geadas.
Assim sendo, basta encontrar um local com espaço suficiente para a planta e boa iluminação e fazer o transplante da muda ou plantio da semente. O enriquecimento do solo com adubo, tanto químico quanto orgânico, é também aconselhável, administre adubo orgânico semestralmente e NPK rico em potássio para ajudar na produção de frutos.
Enquanto jovem a planta precisa de cuidados como: regas diárias, porém sem nunca encharcar o solo, para que assim não favoreça a proliferação de fungos. Após a planta atingir um bom porte não é mais necessário que as regas sejam diárias, porém é bom mantê-la devidamente bem cuidada, principalmente durante a época de frutificação, que consome mais energia da planta.
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Romanzeira
Nome Científico: Punica granatum
Nome Popular: Romanzeira, romã, romeira
Família: Lythraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Oriente Médio
Ciclo de Vida: Perene
É uma arvoreta que atinge de 2 a 5 m, de tronco acinzentado e ramos avermelhadas quando novos. Pode ter a forma de pequena arvore ou de arbusto, muitas vezes é podada em formas redondas ou ovais e adornar assim os jardins, também é comum em sebes de estatura média. A romãzeira adapta-se desde os climas tropicais e subtropicais aos temperados e mediterrânicos. As flores da romãzeira são vermelho-alaranjadas e simples, ocorrendo variedades de flores dobradas como a “Legrellei”,tambem existem exemplares de flores matizadas de branco, simples e dobradas. Os frutos são esféricos, com casca coriácea e grossa, amarela ou avermelhada manchada de escuro.
A sua popularidade no paisagismo tem aumentado muito nos últimos tempos. A utilização da romanzeira é usual em jardins de estilo mediterrâneo e é crescente seu cultivo em vasos, adaptando-se aos jardins em varandas e pequenos espaços. A variedade “Nana” (Mini-romanzeira) é a mais apropriada para esta utilização. Também se presta ao cultivo em bonsai.
Pode ser cultivada em grande variedade de solos, preferindo os profundos, sempre sob sol pleno. Rústica, tolera moderadamente a salinidade, as secas e o encharcamento. Resiste às temperaturas baixas de inverno e é sensível às geadas tardias de primavera. Multiplica-se por sementes e também por estacas de ponta.
A romanzeira (Punica granatum, L.), é uma planta de muitas utilidades, seja para a produção de frutos ou como ornamental em parques e jardins.
É também uma planta de atributos medicinais da qual se utilizam suas folhas, casca da raiz e dos frutos. É um arbusto ereto, que atinge de 2 a 5 m, muito ramoso, de casca avermelhada nos ramos novos, que adquirem coloração acinzentada nos ramos maiores e no tronco. A romanzeira pode se adaptar a qualquer tipo de clima, embora prefira um clima mais ameno, em zonas muito ventosas a frutificação será bastante penalizada pela excessiva queda das flores. Deve-se tomar cuidado nas regiões em que o clima é úmido, pois ele pode aumentar os fungos nas cascas da fruta.
Perde as folhas no inverno e recupera-as na primavera.
Cultivo
Solo: Rico em matéria orgânica. Quando plantada em vaso, a mistura de solo recomendada é de 1 parte de terra comum para jardim, 1 parte de terra vegetal, e, 2 partes de composto orgânico.
Propagação: Através de sementes e estacas de ponta em estufas. Em geral, as sementes de frutos grandes e de polpa bem avermelhada são usadas na produção de mudas de romanzeiras (Punica granatum L.).
A romanzeira costuma lançar na base do tronco varias estacas/pernadas bem junto á terra. Algumas, por contacto com a mesma, possuem raizes e podem ser utilizadas como estacas individuais.
Época de plantio: A época de chuvas, que se inicia a partir da primavera, é considerada ideal para o plantio da romã, fruta originária da Pérsia.
Cova: 60 cm x 40 cm ( você vai precisar de um vaso com aproximadamente estas dimensões, para que a planta possa se desenvolver ).
Adubação na cova: Para plantar romã, deve-se fazer uma adubação com esterco de curral, farinha de osso e superfosfato simples, que serve para ajudar a planta a desenvolver a raiz.
Adubação na manutenção: A adubação de outono se torna a mais importante para incentivar a romã a produzir flores na primavera. Lembre-se que não devemos adubar plantas em floração. Os adubos mais indicados são os ricos em Fósforo (P), podendo ser adubos líquidos por via foliar ou sólidos na terra. Como sugestão, escolha traços de proporção de N-P-K (Nitrogênio – Fósforo – Potássio) na ordem de 04-14-08. Não esqueça que no mínimo uma vez por ano é necessário a Adubação com micro nutrientes Ca (Cálcio), Mg (Magnésio), S (Enxofre), B (Boro), Cl, Cu, Co, Fe….).
Manutenção:Caso se pretenda obter uma arvore, todos os despontares na base do tronco principal devem ser arrancados. Caso se pretenda um arbusto, devem ser as pontas cortadas para que a romanzeira se ramifique bastante e se consiga dar a forma desejada.
Melhor época para a adubação na manutenção: Outono.
Iluminação: Pleno sol. Precisando de no mínimo, 4 horas de sol direto, todos os dias.
Início da produção: de dois a três anos após o plantio.
Duração da produção: acima de 15 anos. Produção p/ planta: acima de 30 frutos.
Época da colheita: A colheita da romã, dependendo da variedade, é realizada desde o final do verão até ao inicio do inverno.
Rega: Como a maioria das plantas frutíferas, a Romã é uma planta com consumo elevado de água, mas com a particularidade de não gostar de solos muito encharcados.
Umidade constante no tronco e raízes favorece o surgimento de fungos (Pó Branco), estes podem até ocasionar a morte se não forem tratados. Para evitar problemas com muita umidade é aconselhável molhar a terra da romã somente quando esta já estiver com a superfície ligeiramente seca. Outra maneira de se evitar estes fungos é a de usar uma mistura de solo arenosa. Para favorecer a floração deveremos deixar o solo mais para seco na primavera.
Doenças e Pragas mais comuns: Além dos fungos, por isso a moderação nas regas, ataques de mosca branca, pulgão ou cochinilhas podem ser tratados facilmente com inseticida para plantas ornamentais.
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cerejeira-do-mato
Nome Científico:
Eugenia involucrataNome Popular: Cerejeira-do-mato, Cerejeira, Cereja, Cerejeira-da-terra, Cereja-do-rio-grande, Cerejeira-do-rio-grande, Guaibajaí, Ivaí, Ibajaí, Ubajaí, Ibá-rapiroca, Ibárapiroca
Família: Myrtaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
A cerejeira-do-mato é uma árvore frutífera e ornamental, bastante popular nos quintais e pomares do sul e sudeste do Brasil. Sua copa é colunar e seu porte é pequeno a médio, alcançando de 5 a 15 m de altura. Devido a seu tronco belíssimo, que muda de cor periodicamente, passando do verde ao vermelho-ferrugíneo intenso, e a sua copa colunar muito elegante, torna-se um elemento de grande potencial paisagístico para pequenos espaços. Frutos muito atrativos para pássaros, de 4 cm, cilíndricos, de casca fina, na cor vermelha a negra quando maduras, são muito suculentos e de sabor agridoce. Floresce e frutifica na primavera. As folhas são verde-claras e muito brilhantes.
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As flores são solitárias, pentâmeras e brancas. O centro da flor é caracterizado por numerosos e longos estames, com anteras amarelas.
No jardim ou no pomar, a cerejeira-do-mato se destaca pelo tronco elegante e copa decídua, que marca as estações e ainda fornece numerosos frutinhos. Além disso, é indispensável em áreas de reflorestamento, pois é muito atrativa para a vida silvestre. Os frutos são muito saborosos, doces e levemente ácidos, com polpa carnosa e suculenta. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de compotas, geléias, sorvetes, vinhos, licores, etc. Também pode ser plantada em vasos. A queda dos frutos mancha calçadas e carros, por este motivo, deve se evitar seu uso em áreas de estacionamento.
Deve ser cultivada em solos bem drenados, profundo, ricos em húmus e que retenham umidade.
Nos primeiros anos após seu plantio deve ter um sombreamento parcial e irrigação periódica, sendo gradativamente descoberta. Tolera o frio. A fertilização anual com adubos químicos ou orgânicos, aplicados na projeção da copa, é muito importante. Também deve se ter o cuidado de manter a árvore bem hidratada durante a floração. Uma irrigação complementar neste período, em caso de estiagem, pode garantir uma boa frutificação.
Ao plantá-la, adicione à cova 1 kg de calcário e 1 kg de cinzas e cerca de 40% de matéria orgânica. Irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar água na época da florada.
Fazer apenas podas de formação da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco.
Multiplica-se por sementes que germinam em até 2 meses. A frutificação é precoce, iniciando 4 anos após o plantio. O espaçamento ideal é de 6 metros entre as mudas.
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Nomes populares: pitangueira-vermelha, pitangueira-roxa, pitangueira-branca, pitangueira-do-mato.
Família: Myrtaceae
Distribuição: Ocorre de SP ao RS, na floresta semidecídua do Planalto e da bacia do rio Paraná.
Prefere sub-bosques mais abertos e iluminados sendo ali, uma espécie bastante comum e abundante.
A pitangueira é uma pequena árvore que nas regiões subtropicais alcança 2 m a 4 m de altura mas, vegetando sob ótimas condições de clima e de solo, alcança alturas acima de 6 m. quando adulta. As folhas pequenas e verde-escuras quando formadas exalam aroma forte e característico. As flores brancas e suavemente perfumadas, são hermafroditas e melificas. O fruto é uma baga com 1,5 a 3,0 cm. de diâmetro, tem casca muito fina; a polpa do fruto maduro é macia, suculenta, doce ou agridoce, aromática, saborosa, perfumada. A maturação do fruto dá-se em 5 a 6 semanas após o início da floração.
Não se conhece variedades definidas de pitangueiras no Brasil; entre plantas nota-se diferenças quanto a forma, tamanho, cor e sabor do fruto. Encontra-se plantas com frutos cor laranja, com cor vermelha e com frutos encarnados, quase negros.
A pitangueira é originária da região que se estende desde o Brasil Central até o Norte da Argentina , sendo distribuída geograficamente ao longo de quase todo o território nacional. Está presente em muitos centros de diversidade e domesticação brasileiros, os quais abrangem diferentes ecossistemas tropicais, subtropicais e temperados. Entretanto, essa espécie apresenta sua mais ampla variabilidade nos Centros de Diversidade classificados como: Centro-Nordeste/Caatinga, Sul-Sudeste, Central/Cerrado, e em todos os setores da Mata Atlântica, que engloba as regiões costeiras da Paraíba ao Rio Grande do Sul.
Devido à sua adaptabilidade às mais distintas condições de clima e solo, a pitangueira foi disseminada e é atualmente cultivada nas mais variadas regiões do globo: Américas do Sul e Central, Caribe, Florida (é a mais popular entre as espécies de Eugenia aí introduzidas), Califórnia, Hawaii, Sudeste da Ásia, China, Índia, Sri Lanka, México, Madagascar, África do Sul, Israel e diversos paises do Mediterrâneo.
A pitangueira vegeta e produz muito bem em climas tropicais e subtropicais, sendo ideais aqueles quentes e úmidos, onde se torna mais produtiva, embora adapte-se também ao clima temperado e a diferentes altitudes.
É resistente aos ventos fortes e tolera diferentes níveis de geada e temperaturas abaixo de 0ºC, sem sofrer danos. Apresenta certa tolerância à seca, desenvolvendo-se bem em condições semi-áridas, desde que se proporcione uma mínima quantidade de água. Não é tolerante à salinidade. Em relação aos solos, cresce adequadamente tanto nos tipos arenosos (como os de restinga e praia), quanto nos areno-argilosos, argilo-arenosos, argilosos e até mesmo em solos pedregosos.
Muito usada como planta ornamental em parques e jardins e para formação de cercas vivas.
Seus frutos maduros nascem nos ramos finos, na ponta dos galhos, após farta floração branca que contribui para a beleza desta árvore.

Seu tronco é liso e levemente tortuoso, bege-acinzentado com estrias mais claras que se formam pela constante renovação da casca. Folhagem densa e verde-escura, com folhas miúdas, lustrosas e que tem o aroma da fruta. Flores brancas na primavera e verão. Frutos esféricos de 1,5 a 3 centímetros de diâmetro, de casca muito fina, lisa e colada á polpa, dividida em oito gomos, nas cores vermelho-intenso, alaranjado ou roxo-escuro.
Na idade adulta, e quando plantada isoladamente, adquirem copa arredondada e majestosa, com diâmetro comparável à sua altura.
Sua propagação s faz por sementes e alporquia. A poda só deve ser feita apenas as de formação e limpeza.
Muito indicada para regiões de litoral. A pitangueira é comumente utilizada em cercas viva, em calçadas ou plantada em vasos, onde se sai muito bem.
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A ameixeira é uma árvore de folha decídua muito resistente e muito apreciada pelos seus frutos e pelo impacto causado na decoração de um jardim. Saiba como plantar e fazer crescer uma ameixeira num vaso e aprenda todos os passos para fazê-lo corretamente.
A ameixeira, também conhecida como Prunus Domestica, pode ser plantada num vaso de jardim onde pode crescer até uma altura aproximada de 2 m, o que de certa forma facilita o seu cultivo e manutenção.
Materiais e ferramentas necessáriasPara plantar e fazer crescer corretamente uma ameixeira num vaso, é necessário os utensílios seguintes:
* Pá
* Contentores de plástico
* Terra de envasamento
* Cascalho
* Estacas
Tenha em mente que plantar e fazer crescer uma ameixeira num vaso é uma tarefa de fácil realização, no entanto, para ser bem-sucedido é necessário cumprir com os passos seguintes:
1 – Adquira à variedade de ameixeiras mais apropriadaA variedade de ameixeiras de raiz despida é a mais adequada para ser plantada num vaso de jardinagem. Esta se encontra disponível na maioria dos viveiros de jardins ou numa casa de jardins especializada. Assim que a tiver adquirido, deve cobrir os bulbos da raiz da ameixeira com um pano úmido, mantendo-a assim durante alguns dias até começar a plantação.
2 – Selecione o vaso idealNas lojas especializadas em jardins existem vários tipos de vasos, como os de madeira, plástico ou de barro. Para escolher o melhor vaso para plantar e crescer uma ameixeira deve ter em atenção que ele deve ser muito resistente e durável. Por outro lado, esse mesmo recipiente deve ter vários furos de drenagem e o dobro da largura que a parte mais grossa da ameixeira.
3 – Prepare o vaso corretamenteNa preparação do vaso onde vai plantar e fazer crescer uma ameixeira, deve começar por colocar uma camada fina de cascalho na base do recipiente. Este é um passo fundamental que nunca deve ser esquecido, uma vez que garante uma drenagem eficaz para a planta e, ao mesmo tempo, constrói uma base sólida para que ela possa crescer. Pode utilizar o solo do seu jardim como terra de envasamento, contudo, tenha em atenção que não deve utilizar um solo com muito fertilizante ou que tenha sido adubado recentemente. Com o auxílio de uma pá, deve encher ¾ do vaso com terra de envasamento.
4 – Plantando as ameixasO início da Primavera é a melhor época para a plantar ameixeiras. Na hora de, deve retirar o pano úmido que estava envolvendo os bulbos da raiz da ameixeira e coloque a planta dentro da terra envasada. Desembarace as raízes mais jovens e empurre-as profundamente para o interior do solo. Em seguida, cubra as raízes com mais terra de envasamento e adicione um pouco de água para a planta ficar mais confortável.
5Empregue estacas para ajudar a ameixeira a crescerA maioria das ameixeiras necessita de estacas para crescerem corretamente e a utilização destas é de extrema importância nos dois primeiros anos. Este processo ajuda a formar um tronco ereto da planta e isso vai fazer com que o seu crescimento seja muito mais saudável. Utilize estacas de 15 cm e amarre-as ao tronco principal da planta com o auxílio de uma corda ou de um plástico.
6Coloque os vasos no terrenoAs ameixeiras quando novas são muito sensíveis à ação dos ventos mais fortes e é por isso que os seus vasos devem ser colocados em áreas que tenham paredes adjacentes. Por outro lado, é bom ressaltar que as ameixeiras dão-se melhor em áreas com sombra e, como tal, deve evitar a sua disposição numa área de forte iluminação e exposição solar.
7 – Regue as ameixeirasA ameixeira deve ser regada com regularidade para que possa crescer forte e saudável. Se viver num local onde chove moderadamente, a ameixeira sentir-se-á no seu habitat natural e, assim sendo, dispensa regas adicionais. Caso contrário terá de regá-la pelo menos uma vez por semana. No tempo mais quente, certifique-se que as raízes mantêm-se úmidas. Tenha em atenção que a água em excesso pode prejudicar o desenvolvimento das ameixas e, como tal, deve verificar se a água em excesso é corretamente drenada do vaso.
Os principais cuidados que deve ter com uma ameixeiraPara um cultivo de uma ameixeira num vaso, existem vários cuidados que deve ter em conta.
Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:
a) O bom estado de conservação das folhas e frutos: se as folhas estiverem velhas e as ameixas estiverem podres, isso significa que poderão aparecer vários tipos de pragas e doenças. Para que tal não aconteça, é fundamental que realize uma poda sazonal para que a ameixeira cresça de uma forma saudável. Por outro lado, para que as ameixeiras se desenvolvam corretamente, é aconselhável que utilize um spray inseticida feito à base de ervas e sabonetes líquidos para repelir as pragas mais comuns, como por exemplo, os pulgões.
b) A poda de uma ameixeira: os ramos mais velhos devem ser podados para garantir que os ramos mais novos crescem em ângulos de 45 graus. Tenha em mente que a poda da ameixeira não deve ser realizada no Inverno porque, nesta época, a planta não tem forças nem condições de recuperação.
Replantando a ameixeira
Para que a ameixeira mantenha a beleza das suas folhas intactas e para continuar a dar frutos, ela precisa ser replantada a cada dois anos. Ao fazê-lo com esta frequência, estará a estimulando o desenvolvimento radicular da planta e isso lhe permitirá manter toda a sua excelência e vigor. Tenha em atenção que deve utilizar sempre terra de envasamento fresca para conseguir obter os melhores resultados na replantação da ameixeira.
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Para iniciar um pomar, devemos pensar em diversos fatores antes de sair a comprar mudas.
Primeiro, se estará disposto a cuidar do pomar, mantendo as plantas sadias e produtivas, limpando o terreno de inços e frutas caídas. Nada mais triste que um pomar abandonado, com as plantas sem regas e doentes, com insetos, frutas apodrecidas no chão e o mato tomando conta de tudo.
Depois em fatores externos, como clima, luminosidade, solo e água disponível. O fator clima na escolha das frutíferas Vamos estudar o clima da região. Isto determinará que tipo de árvore frutífera iremos plantar.
As espécies de clima tropical não podem ser cultivadas em regiões de invernos frios e sujeitos às geadas. As frutíferas de clima temperado necessitam de um período de temperaturas mais baixas no inverno para que entrem em dormência, que é o seu repouso vegetativo para depois voltarem a se desenvolver, florescer e frutificar.
Então, o que é importante conhecer:
Temperatura, umidade relativa, luminosidade e ventos.
As plantas frutíferas são separadas em grupos de clima tropical, subtropical e temperado. Cada um deles tem exigências diferentes para crescimento, florescimento e frutificação.
Quando nos decidimos a implantar um pomar comercial, procuraremos a região e o terreno adequados.
O melhor lugar para o estabelecimento de um pomar é em um lugar alto, ensolarado, de solo fértil e profundo, com bons teores de matéria orgânica, pH em torno de 5,5 e com declive para a drenagem das águas da chuva.
Quando resolvemos fazer um pomar doméstico, isto pode significar na periferia ou dentro da cidade e teremos de nos arrumar com o espaço disponível.
Se a quantidade de plantas para colocar for grande, vale a pena fazer uma análise do solo em laboratório, para saber os nutrientes disponíveis, pH e problemas a serem sanados, como correção de acidez e fertilidade.
Solos com teores de argila em torno de 12 a 25%, areia e silte são os ideais para o desenvolvimento das raízes das frutíferas.
Solos muito siltosos ou muito argilosos tendem a ser mais compactados, retendo água demais, o que pode prejudicar a aeração e o desenvolvimento radicular.
Isto propicia o aparecimento de doenças fúngicas e a planta irá produzir frutos de pouca qualidade.
Em plantios comerciais os produtores fazem camalhões quando o solo é argiloso demais, que consiste na elevação da terra para o plantio delas em cima do camalhão, facilitando a drenagem.
No pomar doméstico citadino isto não será possível.
Teremos de realizar outro processo de plantio para que tenhamos sucesso, como por exemplo, drenos feitos previamente para o escoamento do excesso de água.
Determinando o espaço:
Começando pelo cultivo no solo, deveremos fazer uma determinação do local onde cultivaremos.
Se espaço nada tem, ou só um gramado, será simples. Espaçamento de 3 – 4,0 metros entre troncos para árvores do tipo laranjeiras e limoeiros será suficiente.
Já para mangueiras e jabuticabeiras a sua escolha ficará restrita a uma muda só.
Enquanto crescem até que pode ter alguma outra fruteira menor, mas ao atingir seu tamanho adulto será difícil conseguir, devido à competição por luz, água e solo.
A melhor época para plantar é no inverno para os estados mais ao sul do Brasil que é nos meses entre junho e agosto. Para regiões de clima mais quente, na época das chuvas, pois a sobrevivência das mudas irá depender da água.
Necessidades básicas do cultivo das frutas tropicais:
O clima é quente, com temperatura média anual acima de 22 ºC até 30 ºC.
O regime de chuvas deve ser regular durante o ano.
As plantas frutíferas de clima tropical necessitam de temperaturas altas o ano todo, sem grandes oscilações diárias ou mensais para que possam produzir.
A água deverá estar disponível, se as chuvas não forem suficientes, recorrer à irrigação artificial.
A nível de pomar doméstico poderá ser por gotejamento, aspersão ou você, de mangueira e balde na mão.
As regiões onde estas frutas são comercialmente cultivadas no Brasil são os Estados ao Norte, Nordeste, Centro-Oeste e norte do Sudeste.
Algumas frutíferas de clima tropical que podem ser cultivadas em pomar doméstico: Abacateiro, Aceroleira, Bananeira, Jaboticabeira, Laranjeira, Mamoeiro e Maracujazeiro, das quais estaremos disponibilizando fichas com descrição e cultivo para sua informação.
Materiais necessários para o plantio:
Iremos necessitar de adubo animal curtido de gado ou aves, que é comercializado em sacos.
Também farinha de ossos que é boa fonte de fósforo.
Areia de construção para ajudar a drenagem e composto orgânico e/ou húmus de minhoca, para adicionar elementos orgânicos para a planta e melhorar suas condições de absorção de nutrientes do solo.
Adubo químico granulado NPK fórmula 10-10-10 para rápida absorção, pois está imediatamente disponível para as plantas.
Mais algumas coisas que deveremos deixar à mão para o plantio:
Pá de corte para abrir buracos, pazinha de jardim, tutor de madeira, cordão ou atilho de plantio para amarrar a muda, podão, luvas de jardinagem e carrinho ou balde para misturar o substrato de plantio.
Método para plantio:
Determinado onde serão plantadas as mudas, abriremos a cova com o dobro do tamanho do torrão.
Por exemplo, se o torrão tiver 20 cm de diâmetro por 30 cm de altura, abriremos uma cova com 40 cm de diâmetro por 60 cm de altura.
Nas laterais acrescentaremos o composto orgânico, isto é, um ótimo substrato que as raízes que crescem perpendicularmente ao tronco encontrarão ao se espalharem e crescerem ao redor do tronco.
Embaixo, faremos camadas sucessivas de diferentes elementos, conforme as raízes forem crescendo irão encontrá-las.
Por que uma vez plantada, só será possível disponibilizar adubo para as raízes que estão mais na superfície o que nem sempre fornece o suficiente para a planta, principalmente se o solo da região for pobre.
Quando uma fruteira não recebe nutrientes ela poderá parar de florescer ou, se florescer, as flores cairão e não haverá frutos.
Claro que se você não cuidar de fornecer água para a planta isto também irá ocorrer.
E o que deve ser colocado? Ao abrir a cova, o solo no fundo deverá ser solto para não formar uma camada dura que ficará impermeável, principalmente se este solo for muito argiloso.
Uma boa porção de areia no fundo, dando uma leve misturada com o solo solto, garantirá melhor percolação das águas de rega e chuva.
Colocar a seguir adubo animal curtido, de preferência de aves, senão o de bovino, misturado com terra comum ou composto orgânico. Por cima, colocar adubo granulado tipo NPK formulação 10-10-10, misturando com areia.
Colocar composto orgânico em cima e então colocar o torrão com a planta.
Se retirar a planta de um saco, balde mole ou vaso plástico, o torrão compactado deverá ser umedecido e desestruturado na borda, para permitir o crescimento das raízes.
Ao redor do torrão, colocar composto orgânico.
Colocar o tutor para a muda, apertar o solo junto ao torrão e regar.
Uma coisa importante: não enterrar a muda de forma que o colo da planta ( onde o tronco está ao nível do solo do torrão) fique com este abaixo do nível do terreno, pois prejudica muito a aeração.
Para adubar novamente deveremos seguir as recomendações inerentes a cada planta, que você encontrará nas fichas das plantas sugeridas para que você possa implantar um pequeno pomar no seu espaço.
Nos próximos dias deverá regar todos os dias que não houver chuvas. O grande problema da fenescência de mudas é a falta de água.
Qual frutífera plantar?
Agora chegou a hora de escolher as plantas que iremos colocar no nosso espaço.
A primeira coisa é fazer uma reunião familiar e anotar por ordem de preferência o que mais todos gostariam de ter em casa.
Se todos apreciam laranjas, por exemplo, em vez de plantar todas de uma variedade, o melhor é escolher no produtor aquelas que produzem frutos em épocas diferentes, assim teremos laranjas o ano todo, de sabores diferentes, tais como a laranja-pera, laranja natal e seleta.
Para a família que adora doces em compota ou em pasta, goiabeiras e pessegueiros são ótimas escolhas enquanto que as que preferem no café da manhã frutas in natura, a mangueira, a bananeira e o maracujazeiro estarão com certeza na lista.
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A romãzeira não é tão comum no jardim do brasileiro como a pitangueira e a jaboticabeira, este arbusto de 2 a 4 m de altura, com flores vermelho-alaranjadas nas pontas dos ramos, embora originária de clima quente, resiste bem a temperaturas mais baixas. Mesmo sendo de fácil adaptação a diferentes tipos de solo, o recomendado é que a romãzeira seja desenvolvida em solos com boa drenagem e ricos em matéria orgânica.
Sua multiplicação é feita por sementes ou mesmo pelo enraizamento de estacas e a produção de frutos. Mais do que sorte, se a intenção é garantir a beleza para o jardim o ano inteiro, que tal uma romãzeira em casa?
A árvore adora o clima brasileiro e se for plantada já grande, com cerca de 3 metros, pode até ser colocada em um vaso com capacidade mínima de 40 litros. Uma vantagem é que, ao contrário de outras espécies vegetais, ela não exige cuidados especiais e complexos para manter uma boa produtividade por muitos anos.
flores de romã
A romãzeira pode ser usada no paisagismo, em jardins mediterrâneos, com características “praieiras”. Há também uma variedade menor da planta, a miniromãzeira, que pode ser cultivada em vasos, o que permite sua adaptação a jardins menores e, até mesmo, em varandas de maior porte. É indicada também para Bonsai, já que usando as técnicas de poda se chega à uma bela árvore em miniatura.
Dicas- escolha as sementes de acordo com a fruta: romãs grandes e de polpa vermelha são as ideais
- plante a romãzeira a partir de Setembro, assim pegará a época de chuvas e sol, condição que favorece a adaptação da planta no novo habitat
- para plantá-la em um vaso, utilize de terra comum, terra vegetal e composto orgânico
- é essencial que a muda/árvore receba ao menos 4 horas de sol direto por dia
- as regas devem ser abundantes, embora feita de forma cuidadosa: nada de água no tronco, para evitar fungos
- adube a planta anualmente, de preferência em Novembro
- a colheita dos frutos deve ser feita no verão, antes que estejam totalmente maduros
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Por apresentar o crescimento vigoroso e contínuo, o maracujá é adequado para cobrir cercas, pérgolas e caramanchões. Ele deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil com boa adubação orgânica e regado periodicamente para uma boa floração e frutificação. A maioria das espécies não é tolerante ao frio e às geadas. Como o tempo, ele pode perder a beleza e a saúde, nestes casos é necessário o replantio. Sua multiplicação é feita por estacas e principalmente por sementes e a floração ocorre no verão.
Por apresentar o crescimento vigoroso e contínuo, o maracujá é ótimo para cobrir cercas, pérgolas e caramanchões, o maracujá é uma planta trepadeira de mil e uma utilidades.
Além dele ser um importante ingrediente para diversas receitas de bebidas, sorvetes e doces, pode ser empregado como medicamento e ainda como uma planta decorativa nos jardins das casas. No uso medicinal, o maracujá possui propriedades sedativas e tranqüilizantes, sendo muito indicado para combater ansiedade, insônia, estresse e dor de cabeça.
Apesar de existirem cerca de 400 espécies, somente duas espécies são as mais importantes na produção de frutos: o P. edulis e o P. alata. Os frutos destas espécies tem ampla utilização culinária, prestando-se para o consumo in natura e para o preparo de sucos, geléias, sobremesas e molhos para carnes.
Por apresentar o crescimento vigoroso e contínuo, o maracujá é adequado para cobrir cercas, pérgolas e caramanchões. Ele deve ser cultivado a pleno sol, em solo fértil com boa adubação orgânica e regado periodicamente para uma boa floração e frutificação. A maioria das espécies não é tolerante ao frio e às geadas. Como o tempo, ele pode perder a beleza e a saúde, nestes casos é necessário o replantio. Sua multiplicação é feita por estacas e principalmente por sementes e a floração ocorre no verão.
Aprenda aqui a cultivá-lo no seu jardim
Passos
1) Coloque o pé de maracujá a 30 ou 40 cm de distância de outras plantas, já que as raózes se estendem em um raio de 60 cm aproximadamente.
2) Escolha um lugar de meia sombra com um solo rico em nutrientes.
3) Você pode usar a planta para decorar muros, grades, terraços, treliças ou pérgolas, já que o maracujá é uma trepadeira que atinge até 9 m de altura.
4) Mantenha o solo bem úmido, sem deixar encharcar.
5) Durante os meses de inverno, borrife água nos órgãos superiores da planta a cada 15 dias.
6) A flor do maracujá pode ser usada com fins decorativos e os frutos amadurecem entre o fim do verão e o começo do outono.
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